Por Max Gehringer
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"
Que tal um cafezinho?
terça-feira, 15 de março de 2011
Pérolas do meu Brasil.
Conversando com a Sra.Mãe, eis que o diálogo chega, entre risos, neste ponto:
- rs, mãe, você é o ó!
- O ó não, o G!
- O G ...
- É, de Jegue, de Jerico...
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Houve uma enorme pausa para gargalhadas até que ela se desse conta...
Por essa e por outras que eu afirmo ser a filha do Bozo...
- rs, mãe, você é o ó!
- O ó não, o G!
- O G ...
- É, de Jegue, de Jerico...
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Houve uma enorme pausa para gargalhadas até que ela se desse conta...
Por essa e por outras que eu afirmo ser a filha do Bozo...
sexta-feira, 11 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Carnaval
A nossa vida é um carnaval
A gente brinca escondendo a dor
E a fantasia do meu ideal
É você, meu amor
Sopraram cinzas no meu coração
Tocou silêncio em todos clarins
Caiu a máscara da ilusão
Dos Pierrots e Arlequins
Essa marchinha famosa – Turbilhão – talvez você não saiba, é de autoria de Moacyr Franco. Dela transcrevi apenas uma parte, a que melhor expressa o que penso em relação à festa de Momo.
Hoje é quarta feira de cinzas, e com ela o carnaval termina. Foram dias maravilhosos, de alegria, euforia, emoção, festa, encontros e felicidade. A grande maioria da população brasileira esperou o ano inteiro para poder “celebrá-la”. Aliás, dizem os especialistas, nosso país só começa mesmo a “funcionar” depois das festividades.
De fato, como na marchinha do Moacyr, a vida do brasileiro é um carnaval. Mas diferentemente das frases utópicas citadas acima, a festa se presta apenas a esconder a dor. Na verdade, não só ela, mas também o desespero, a angústia, o medo, a solidão, a falta de ideal, o esvaziamento do ser, o abandono da alma. Cinco dias de “folia” para extravasar tudo aquilo que se acumulou na consciência e tornou-se entulho no coração durante um ano inteiro. Convenhamos, é pouco...
Mas vamos celebrar! E celebraremos o que? Eu não sei... Talvez as adolescentes totalmente embriagadas, vomitadas de cerveja, jogadas num canto das ladeiras de Olinda ou abandonadas no fundo do salão de um clube qualquer. Garotas sem pais, sem família, sem amigos, sem perspectivas, sem sonhos, usadas como diversão nas mãos de gente matreira, pedaços de carne para se apalpar, beijar, lamber, saborear, transar... Depois vem a realidade crua e fria: descarta, joga no lixo, ninguém é de ninguém.
Quem sabe celebramos a vida dos garotos que consomem lança perfume, cocaína, maconha, crack e bebida alcoólica para ficar “ligados”, “espertos”, fazer “bonito” diante dos amigos. Aí vem aquela doideira, o estado propício para dar uma garrafada em alguém, para juntar um bando e começar uma briga, desferir golpes que destroem faces, roubam sonhos, ceifam vidas.
Talvez estejamos a celebrar o beijo vulgarizado, a futilidade elevada à enésima potência, a vaidade alçada ao platô mais alto, a sensualidade derramada como perfume barato, à vulgaridade posta como alto estilo, o ser humano transformado em “besta”, animal não racional, ou como bem disse o Alceu Valença: “bicho maluco beleza”!
Mais ainda há muito mais a se celebrar... Não esqueçamos o sexo descompromissado, as orgias, o "amor" feito nos motéis, com dois, com três, com vários. E ainda tem os bailes, sexo ao vivo, ali mesmo no salão, ou a “pegação” dentro do carro, no meio da rua, no canto do muro, detrás do matagal. Vale tudo! E vale mesmo! Ultrapassa até a letra do Tim Maia, que dizia que “só não vale dançar homem com homem e nem mulher com mulher”. No carnaval, pode homem com homem, mulher com mulher, travesti, transexual, bissexual, é sexo “livre, leve, solto”. O importante é ter prazer, não importa como, nem muito menos com quem.
Celebremos também as mortes! Por que não? Morte por assalto, por estupro, por briga de bar, por briga de rua, por causa de mulher, por causa de homem, por causa de nada! Celebremos as mortes dos que sofreram overdose, dos que entraram em coma alcoólica e se foram, dos que pegaram seus carros, dirigiram velozmente, atropelaram transeuntes, mataram inocentes, chocaram-se com alguma árvore, ou com um poste qualquer. Ali deixaram esvair suas vidas: tenras, frívolas, fúteis... E O que vem em seguida? Apenas o horror: o IML recolhendo os corpos e os pais chorando na calçada e dizendo: “onde foi que eu errei”... Há ainda a legião de anônimos que se mataram por causa da angústia, da solidão, da falta de paz, da falta de chão.
Hoje é quarta feira, os clarins irão se calar, a máscara da ilusão vai cair, a vida vai nos chamar de volta a realidade, nossa consciência talvez acorde do sono profundo no qual mergulhou nestes dias. Sim, amanhã nos depararemos com o saldo na “conta”, a dor no peito, o vazio na alma, a ressaca moral, espiritual, emocional, a sensação de que nos coisificamos, perdemos nossa essência, nossa solução interior, nossa inteireza, nosso ser.
Aí talvez alguém diga: socorro! Fomos assaltados! Roubaram nossa alegria, nossa felicidade! Fomos arrastados pela multidão – não só dos blocos – mas pelo “sistema”, nos tornamos massa de manobra, sujeitamo-nos ao que não somos, experimentamos o que abominamos, curtimos o que nos dá náusea, achamos bonito o que é feio, chamamos de alegria o que produz morte e dor.
Mas saiba, alguém lucrou muito com isto! Você tem alguma idéia quem foi? Além do mais, não se engane, na festa de Momo, há uma enorme indústria lucrando por trás de cada manisfestação, seja a que acontece nos palcos, nos trios, nos blocos, nos salões ou nos desfiles. Eles sempre ganham, você sempre perde...
Finalizo com outra marchinha de carnaval. Esta é do Luis Bandeira, tão famosa quanto à primeira, também não menos real. Lamento informar, mas restaram apenas cinzas, silêncio e solidão. Os confetes ficaram no salão, vão para o lixo amanhã...
É de fazer chorar
quando o dia amanhece
e obriga o frevo acabar
ó quarta-feira ingrata
chega tão depressa
só pra contrariar
Com respeito a quem gosta do carnaval, sinceramente, espero que tenha valido a pena... Mas posso lhe afirmar, com absoluta certeza, não valeu não...
Carlos Moreira
A gente brinca escondendo a dor
E a fantasia do meu ideal
É você, meu amor
Sopraram cinzas no meu coração
Tocou silêncio em todos clarins
Caiu a máscara da ilusão
Dos Pierrots e Arlequins
Essa marchinha famosa – Turbilhão – talvez você não saiba, é de autoria de Moacyr Franco. Dela transcrevi apenas uma parte, a que melhor expressa o que penso em relação à festa de Momo.
Hoje é quarta feira de cinzas, e com ela o carnaval termina. Foram dias maravilhosos, de alegria, euforia, emoção, festa, encontros e felicidade. A grande maioria da população brasileira esperou o ano inteiro para poder “celebrá-la”. Aliás, dizem os especialistas, nosso país só começa mesmo a “funcionar” depois das festividades.
De fato, como na marchinha do Moacyr, a vida do brasileiro é um carnaval. Mas diferentemente das frases utópicas citadas acima, a festa se presta apenas a esconder a dor. Na verdade, não só ela, mas também o desespero, a angústia, o medo, a solidão, a falta de ideal, o esvaziamento do ser, o abandono da alma. Cinco dias de “folia” para extravasar tudo aquilo que se acumulou na consciência e tornou-se entulho no coração durante um ano inteiro. Convenhamos, é pouco...
Mas vamos celebrar! E celebraremos o que? Eu não sei... Talvez as adolescentes totalmente embriagadas, vomitadas de cerveja, jogadas num canto das ladeiras de Olinda ou abandonadas no fundo do salão de um clube qualquer. Garotas sem pais, sem família, sem amigos, sem perspectivas, sem sonhos, usadas como diversão nas mãos de gente matreira, pedaços de carne para se apalpar, beijar, lamber, saborear, transar... Depois vem a realidade crua e fria: descarta, joga no lixo, ninguém é de ninguém.
Quem sabe celebramos a vida dos garotos que consomem lança perfume, cocaína, maconha, crack e bebida alcoólica para ficar “ligados”, “espertos”, fazer “bonito” diante dos amigos. Aí vem aquela doideira, o estado propício para dar uma garrafada em alguém, para juntar um bando e começar uma briga, desferir golpes que destroem faces, roubam sonhos, ceifam vidas.
Talvez estejamos a celebrar o beijo vulgarizado, a futilidade elevada à enésima potência, a vaidade alçada ao platô mais alto, a sensualidade derramada como perfume barato, à vulgaridade posta como alto estilo, o ser humano transformado em “besta”, animal não racional, ou como bem disse o Alceu Valença: “bicho maluco beleza”!
Mais ainda há muito mais a se celebrar... Não esqueçamos o sexo descompromissado, as orgias, o "amor" feito nos motéis, com dois, com três, com vários. E ainda tem os bailes, sexo ao vivo, ali mesmo no salão, ou a “pegação” dentro do carro, no meio da rua, no canto do muro, detrás do matagal. Vale tudo! E vale mesmo! Ultrapassa até a letra do Tim Maia, que dizia que “só não vale dançar homem com homem e nem mulher com mulher”. No carnaval, pode homem com homem, mulher com mulher, travesti, transexual, bissexual, é sexo “livre, leve, solto”. O importante é ter prazer, não importa como, nem muito menos com quem.
Celebremos também as mortes! Por que não? Morte por assalto, por estupro, por briga de bar, por briga de rua, por causa de mulher, por causa de homem, por causa de nada! Celebremos as mortes dos que sofreram overdose, dos que entraram em coma alcoólica e se foram, dos que pegaram seus carros, dirigiram velozmente, atropelaram transeuntes, mataram inocentes, chocaram-se com alguma árvore, ou com um poste qualquer. Ali deixaram esvair suas vidas: tenras, frívolas, fúteis... E O que vem em seguida? Apenas o horror: o IML recolhendo os corpos e os pais chorando na calçada e dizendo: “onde foi que eu errei”... Há ainda a legião de anônimos que se mataram por causa da angústia, da solidão, da falta de paz, da falta de chão.
Hoje é quarta feira, os clarins irão se calar, a máscara da ilusão vai cair, a vida vai nos chamar de volta a realidade, nossa consciência talvez acorde do sono profundo no qual mergulhou nestes dias. Sim, amanhã nos depararemos com o saldo na “conta”, a dor no peito, o vazio na alma, a ressaca moral, espiritual, emocional, a sensação de que nos coisificamos, perdemos nossa essência, nossa solução interior, nossa inteireza, nosso ser.
Aí talvez alguém diga: socorro! Fomos assaltados! Roubaram nossa alegria, nossa felicidade! Fomos arrastados pela multidão – não só dos blocos – mas pelo “sistema”, nos tornamos massa de manobra, sujeitamo-nos ao que não somos, experimentamos o que abominamos, curtimos o que nos dá náusea, achamos bonito o que é feio, chamamos de alegria o que produz morte e dor.
Mas saiba, alguém lucrou muito com isto! Você tem alguma idéia quem foi? Além do mais, não se engane, na festa de Momo, há uma enorme indústria lucrando por trás de cada manisfestação, seja a que acontece nos palcos, nos trios, nos blocos, nos salões ou nos desfiles. Eles sempre ganham, você sempre perde...
Finalizo com outra marchinha de carnaval. Esta é do Luis Bandeira, tão famosa quanto à primeira, também não menos real. Lamento informar, mas restaram apenas cinzas, silêncio e solidão. Os confetes ficaram no salão, vão para o lixo amanhã...
É de fazer chorar
quando o dia amanhece
e obriga o frevo acabar
ó quarta-feira ingrata
chega tão depressa
só pra contrariar
Com respeito a quem gosta do carnaval, sinceramente, espero que tenha valido a pena... Mas posso lhe afirmar, com absoluta certeza, não valeu não...
Carlos Moreira
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
"Eu fui no baile do bloco do Eu Acho é Pouco foi muito Louco, mamãe, Eu Acho é Pouco..."
Sábado tivemos a prévia carnavalesca do bloco Eu Acho é Pouco. Foi ótema. Pessoas amigas, queridas, fofas que pasmem, só estou vendo-os de carnaval em carnaval e por revezamento.
Por exemplo, esse ano vi o amado Zadig, vulgo Zazá e não vi o querido Hebron, irmão mais que fofo de Zazá.
Ah. Precisamos relatar aqui o retorno do querido Rodrigo Cantareli que concluiu os créditos do seu mestrado no RJ. Afora este fof, estavam lá também Mel, Paulinha, Tássia, Rê com meu sobrinho no bucho, Fabinho (pai do meu sobrinho que tá no bucho de Rê, Rabito, ô, Razito, ôoops, Matê-êus, é, o Yoda San de uns tópicos atrás. Saudade danada daquela inteligência zodiacal. Há! Piadas internas. kkkkkkkkkkkk
Candi fofa, Pai Jé, Camila e PH, Nanda, Deinha...Pessoas novas que eu quero que fiquem para sempre! São todas fofíssimas.
A festchenha foi 1000. Animação não faltou. Até porque na festa do Achépôco ninguém se perde né. Pq a cada passo você acha alguém conhecido. :P. Orquestra de Frevo pra instigar o pessoal, Banda Caetano (o cara é louco) e sambão do Achépoco pra botar o povo pra descer até o chão, chão, chão....
Saldo: 6h da manhã em casa, feito um pinto. A cidade em baixo d'água.
Por exemplo, esse ano vi o amado Zadig, vulgo Zazá e não vi o querido Hebron, irmão mais que fofo de Zazá.
Ah. Precisamos relatar aqui o retorno do querido Rodrigo Cantareli que concluiu os créditos do seu mestrado no RJ. Afora este fof, estavam lá também Mel, Paulinha, Tássia, Rê com meu sobrinho no bucho, Fabinho (pai do meu sobrinho que tá no bucho de Rê, Rabito, ô, Razito, ôoops, Matê-êus, é, o Yoda San de uns tópicos atrás. Saudade danada daquela inteligência zodiacal. Há! Piadas internas. kkkkkkkkkkkk
Candi fofa, Pai Jé, Camila e PH, Nanda, Deinha...Pessoas novas que eu quero que fiquem para sempre! São todas fofíssimas.
A festchenha foi 1000. Animação não faltou. Até porque na festa do Achépôco ninguém se perde né. Pq a cada passo você acha alguém conhecido. :P. Orquestra de Frevo pra instigar o pessoal, Banda Caetano (o cara é louco) e sambão do Achépoco pra botar o povo pra descer até o chão, chão, chão....
Saldo: 6h da manhã em casa, feito um pinto. A cidade em baixo d'água.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Sem comentários...
Bora minino.
Eu não entendo certas atitudes do ser humano. Se bem que ele (o ser humano) é triste.
O tal do baixinho Roberto Carlos disse essa semana que não iria abandonar o Corinthians, que amava o time e toda aquela coisa. Hoje sai na internet que ele assinou contrato de 2 anos e vai pra um time Russo. Como diz meu sobrinho: "que coisa no...".
Ai me diz, o camarada acabou de chegar e já tá indo...
Acho que foi atendendo o pedido da torcida. :P.
Eu não entendo certas atitudes do ser humano. Se bem que ele (o ser humano) é triste.
O tal do baixinho Roberto Carlos disse essa semana que não iria abandonar o Corinthians, que amava o time e toda aquela coisa. Hoje sai na internet que ele assinou contrato de 2 anos e vai pra um time Russo. Como diz meu sobrinho: "que coisa no...".
Ai me diz, o camarada acabou de chegar e já tá indo...
Acho que foi atendendo o pedido da torcida. :P.
Volta às aulas.
Hoje foi dia de volta às aulas total.
Meus baixinhos voltaram para a evangelização, uma pena ficarem órfãos de mim em sala.
Hoje estreei num curso profissionalizante! Uma turminha pequena ainda, mas eles são super interessados!
Meus baixinhos voltaram para a evangelização, uma pena ficarem órfãos de mim em sala.
Hoje estreei num curso profissionalizante! Uma turminha pequena ainda, mas eles são super interessados!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Hoje tu estou totalmente totalitária.
Rapaz, hoje eu acordei totalmente totalitária. Acordei querendo lutar pelo que é justo.
Acabei de chegar da reunião de condomínio. O ó. E aí é que pode perceber que nós estamos cada dia mais indvidualizados no nosso mundinho, preocupados com o nosso própio nariz.
Tudo começou no inferno da Conde da Boa Vista.
Primeiro, virou terra de ninguém, né, fófi. Todo dia a Av.Conde da Boa Vista recebe uma manifestação diferente. É sindicato de tudo e todos eles escolhem um dia na semana para sairem as ruas "lutando" pelos seu direitos. Até aí, ok. Acho que temos que lutar pelo que achamos justo.
Mas particularmente falando, o ato de protesto deixou de ser aquele ato bonito, onde as pessoas lutavam pelo ideal comum, pela coletividade e onde todos participavam. Lembro que eu era uma garotinha quando tivemos os "cara pintada". Cara, foi lindo. Mas hoje, dizer que fez manifestação, rapaz, tenho lá minhas dúvidas.
Primeiro, porque o povo é desunido, cada um por si.
Segundo, o povo é despreparado. Ninguém sabe o que acontece ao seu redor, mas pergunte quem foi o eliminado de ontem no BBB...
E falado em despreparo, hoje presenciei mais uma "passeata" na Conde da Boa Vista. Era um grupo pequeniníssimo onde apenas dois estavam realmente manifestando algo, os outros poucos, que não passavam de 20, estavam lá mais pela farra. O trânsito interrompido, desviado, o carro de som de onde só se ouviam os gritos, não entendiam-se as palavras. Ninguém avisou a pobre moça que tanto gritava que, ao usar o microfone, não se deve gritar, do contrário, o som se confunde e ninguém entende nada. Pronto, foi o que aconteceu. A manifestação rolando, gritaria correndo solta, calor dos infernos e de que era a manifestação. Ninguém sabia. Culpa do carro de som, coitado. O outro manifestante, este sim, sabia usar o microfone, mas esqueceu que ao microfone, todos escutam tudo, inclusives os palavrões da musiquinha infame:
-"ado, ado, ado, passagem cara do car..."
Nesta oportunidade observamos que se tratava de uma manifestação reclamando das passagens caras, ahhhhhhhhhhhh.
Resultado, tentativa de manifestação com saldo negativo. Menina rouca, rapaz desbocado e outros vinte sem saber nem o que estavam reinvidicando.
Pra finalizar, acho que o povo tem é que se unir, não necessariamente gritando nas ruas, mas boicotando o sistema. Aqui ninguém boicota nada. Se boicotássemos os sistema, aí eu queria ver. O circo ia pegar fogo. Queria ver se numa eleição todo mundo votasse branco. Isso eu queria ver.
Um monte de deputado doido.
Aí eu queria ver neguindo aumentando o salário em 62% com aprovação de 100% do eleitorado. Aí eu queria ver o Tiririca de palhaço. Assim se manifesta direito. Dizendo que não está satisfeito com o sistema. Mas chega na época de campanha, o povo todo vai lá, esquece a roubalheira toda, o cartel, o coronelialismo (existe ainda viu, em pleno século XXI) e dá o votinho e depois vai reclamar. Mas reclamar de que.
E Eu queria que o Tiririca tivesse tomado posso à carater e cantando, "florentina, florentina..."
Acabei de chegar da reunião de condomínio. O ó. E aí é que pode perceber que nós estamos cada dia mais indvidualizados no nosso mundinho, preocupados com o nosso própio nariz.
Tudo começou no inferno da Conde da Boa Vista.
Primeiro, virou terra de ninguém, né, fófi. Todo dia a Av.Conde da Boa Vista recebe uma manifestação diferente. É sindicato de tudo e todos eles escolhem um dia na semana para sairem as ruas "lutando" pelos seu direitos. Até aí, ok. Acho que temos que lutar pelo que achamos justo.
Mas particularmente falando, o ato de protesto deixou de ser aquele ato bonito, onde as pessoas lutavam pelo ideal comum, pela coletividade e onde todos participavam. Lembro que eu era uma garotinha quando tivemos os "cara pintada". Cara, foi lindo. Mas hoje, dizer que fez manifestação, rapaz, tenho lá minhas dúvidas.
Primeiro, porque o povo é desunido, cada um por si.
Segundo, o povo é despreparado. Ninguém sabe o que acontece ao seu redor, mas pergunte quem foi o eliminado de ontem no BBB...
E falado em despreparo, hoje presenciei mais uma "passeata" na Conde da Boa Vista. Era um grupo pequeniníssimo onde apenas dois estavam realmente manifestando algo, os outros poucos, que não passavam de 20, estavam lá mais pela farra. O trânsito interrompido, desviado, o carro de som de onde só se ouviam os gritos, não entendiam-se as palavras. Ninguém avisou a pobre moça que tanto gritava que, ao usar o microfone, não se deve gritar, do contrário, o som se confunde e ninguém entende nada. Pronto, foi o que aconteceu. A manifestação rolando, gritaria correndo solta, calor dos infernos e de que era a manifestação. Ninguém sabia. Culpa do carro de som, coitado. O outro manifestante, este sim, sabia usar o microfone, mas esqueceu que ao microfone, todos escutam tudo, inclusives os palavrões da musiquinha infame:
-"ado, ado, ado, passagem cara do car..."
Nesta oportunidade observamos que se tratava de uma manifestação reclamando das passagens caras, ahhhhhhhhhhhh.
Resultado, tentativa de manifestação com saldo negativo. Menina rouca, rapaz desbocado e outros vinte sem saber nem o que estavam reinvidicando.
Pra finalizar, acho que o povo tem é que se unir, não necessariamente gritando nas ruas, mas boicotando o sistema. Aqui ninguém boicota nada. Se boicotássemos os sistema, aí eu queria ver. O circo ia pegar fogo. Queria ver se numa eleição todo mundo votasse branco. Isso eu queria ver.
Um monte de deputado doido.
Aí eu queria ver neguindo aumentando o salário em 62% com aprovação de 100% do eleitorado. Aí eu queria ver o Tiririca de palhaço. Assim se manifesta direito. Dizendo que não está satisfeito com o sistema. Mas chega na época de campanha, o povo todo vai lá, esquece a roubalheira toda, o cartel, o coronelialismo (existe ainda viu, em pleno século XXI) e dá o votinho e depois vai reclamar. Mas reclamar de que.
E Eu queria que o Tiririca tivesse tomado posso à carater e cantando, "florentina, florentina..."
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Euachépôco é bom demais...
Começando logo com uma indicação show.
Prévia do Achépôco neste sábado (12.02).
Tô só esquentando...
Prévia do Achépôco neste sábado (12.02).
Tô só esquentando...
A volta dos que não foram.
Pessoal, tô de volta.
Espero que para ficar, néam Ana Isabel. Há!
Rapaz, foram dois looooongos anos ausente. Longe daqui. Longe da minha casa.
Chegou a hora de voltar. Minha passagem foi One way.
Andei dando uma olhada no que eu escrevia naquela época. Antes de eu ler, pensei em apagá-los.
Coisas velhas, sem importância.
E eis que me deparo com um EU que eu não quero me afastar não.
Já abri a coluna com Arnaldo Jabou daqueles. Que me disse exatamente o que eu iria escrever aqui. Apagá-los, jamais. Reescrevêlos, talvez.
Até a música que rola por aqui é a mesma, rs.
É o que me interessa, do Lenine. Amo. O Lenine também. rs.
Tô chegando.
E vou ficando.
Espero que para ficar, néam Ana Isabel. Há!
Rapaz, foram dois looooongos anos ausente. Longe daqui. Longe da minha casa.
Chegou a hora de voltar. Minha passagem foi One way.
Andei dando uma olhada no que eu escrevia naquela época. Antes de eu ler, pensei em apagá-los.
Coisas velhas, sem importância.
E eis que me deparo com um EU que eu não quero me afastar não.
Já abri a coluna com Arnaldo Jabou daqueles. Que me disse exatamente o que eu iria escrever aqui. Apagá-los, jamais. Reescrevêlos, talvez.
Até a música que rola por aqui é a mesma, rs.
É o que me interessa, do Lenine. Amo. O Lenine também. rs.
Tô chegando.
E vou ficando.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Mais uma do Arnaldo.
É, o Arnaldo "é o cara". Sim, ele é.
É um home de alma feminina, melhor, de alma humanista.
A cada dia que passa fico mais convicta que não existe esta coisa de distinção de homem e mulher, acho que só na biologia e no português, para classificarmos os gêneros.
Mas o Arnaldo, esse sim, fala a verdade. Nua, crua, despida de qualquer estereótipo.
Quando acaba (Arnaldo Jabor)
Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah,terminei o namoro...
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos... que pena... acabou...
- é... não deu certo...
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores. Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos essa coisa completa.
Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar. Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer.
Não brigue, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob pressão? O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói.
Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo. E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias.. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. E nem todo sexo bom é para descartar... Ou se apaixonar... Ou se culpar.... Enfim.... quem disse que ser adulto é fácil?
Ai, ai.
Esse Arnaldo me entende.
É um home de alma feminina, melhor, de alma humanista.
A cada dia que passa fico mais convicta que não existe esta coisa de distinção de homem e mulher, acho que só na biologia e no português, para classificarmos os gêneros.
Mas o Arnaldo, esse sim, fala a verdade. Nua, crua, despida de qualquer estereótipo.
Quando acaba (Arnaldo Jabor)
Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah,terminei o namoro...
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos... que pena... acabou...
- é... não deu certo...
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores. Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos essa coisa completa.
Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar. Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer.
Não brigue, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob pressão? O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói.
Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo. E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias.. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. E nem todo sexo bom é para descartar... Ou se apaixonar... Ou se culpar.... Enfim.... quem disse que ser adulto é fácil?
Ai, ai.
Esse Arnaldo me entende.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Adeus.
Ouvir um adeus. Sentir que já não se é tão importante quanto se supunha ser. Ver sonhos se desmoronando. Não perceber o chão, quando se pisa. Não ouvir mais a alegria dos pássaros quando cantam. Olhar a flor e descobrir que o nosso coração já não sente a vida que ela confirma existir. Ver, na água da chuva, apenas lágrimas. O coração fica apertadinho, parece doer. O passado tão recente escapa-nos dos pensamentos como se já estivesse longínquo. O corpo se torna inerte, desfalecido. A alma caminha pra fora do nosso ser, como se a fuga pudesse trazer uma solução. Os sons externos se tornam distantes. A voz embarga. O choro não dá trégua. Os soluços que não conseguem se exteriorizar formam um nó no peito.
O conjunto dessas sensações e sentimentos tomam contam de todo o ser. Dão a impressão de que nunca terminarão.
O tempo passa, a dor aumenta. A saudade não tem fim. A necessidade de gritar, chamar, ouvir, sentir, se impõe na mente. Vontade de correr. De alcançar. De implorar. De esquecer a mais triste das palavras: adeus.
Desejo de se entregar, de voltar no tempo, de recomeçar, de perdoar e pedir perdão.
Ânsia de abraçar, de olhar nos olhos, de sentir o corpo, sentir vida, calor, corações acelerados, energia renovada, força.
Ana Isabel
16/05/2007
O conjunto dessas sensações e sentimentos tomam contam de todo o ser. Dão a impressão de que nunca terminarão.
O tempo passa, a dor aumenta. A saudade não tem fim. A necessidade de gritar, chamar, ouvir, sentir, se impõe na mente. Vontade de correr. De alcançar. De implorar. De esquecer a mais triste das palavras: adeus.
Desejo de se entregar, de voltar no tempo, de recomeçar, de perdoar e pedir perdão.
Ânsia de abraçar, de olhar nos olhos, de sentir o corpo, sentir vida, calor, corações acelerados, energia renovada, força.
Ana Isabel
16/05/2007
Da Série MUSIQUINHAS...
É o que me interessa
Lenine
Daqui desse momento
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
A sombra é uma paisagem
Quem vai virar o jogo e transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado só de quem me interessa
Às vezes é um instante
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Por trás do seu sossego, atraso o meu relógio
Acalmo a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurre em meu ouvido
Só o que me interessa
A lógica do vento
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa
Lenine
Daqui desse momento
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
A sombra é uma paisagem
Quem vai virar o jogo e transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado só de quem me interessa
Às vezes é um instante
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Por trás do seu sossego, atraso o meu relógio
Acalmo a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurre em meu ouvido
Só o que me interessa
A lógica do vento
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Falando bobagens.
Ausência...
Esta palavra tem me incomodado bastante nestes ultimos dias. Acho que por aqui também ela tem se feito muito presente (dicotômico isso, uma ausência que se faz presente). Deixa isso pra filosofia entender...
Ausência...
Tem rebatido mais que a saudade. Estou sentindo na verdade ausência de mim mesmo. Falta do meu eu doce, calmo, educado.
Estou tendo outra percepção de mim. Nossa, como tem sido cruel.
A fase do novo dói demais. Se reinventar dói demais.
Engraçado. Sentir falta de si. Daria uma poesia, se poeta eu fosse.
Mas poeta não sou. Poesia não sei fazer.
Estou aqui tentando apenas esvaziar a dor que habita meu peito. Sim, a dor que de tanto doer já se tornou física (ou psicológica). Dor de ausência, dor de presença, dor de excessos. É, faz razão dizer que o excesso faz mal. Excesso de tudo.
Sim, tenho notícias boas. Tô estudando. Tô reaprendendo o que fora esquecido e aprendendo o novo. Aprender para depois ensinar.
Espero um dia ter um escrito meu sendo ovacionado. Por platéia ou apenas por olhos interessados. Mas quero sempre, sempre escrever. Agora vou escrever com qualidade, com coerência. Vou ser JORNALISTA.
É, também pensei que tinha passado da idade, que já tinha uma carreira em andamento. Mas pensei demais. Não quero pensar, quero agir.
Um homem não é feito pelas suas idéias, mas por suas ações. Quero agir, ajudar ao próximo.
Gritar. Gritar pro mundo o que nos oprime. Não no contexto individualizado, mas nós cidadãos. Nós pessoa humana. Nós sociedade. Nós pensamento coletivo. Nós massa.
Ausência...
Dos meus amigos. AMO-OS. Mas não tenho dito. Não tenho feito. Nem ao menos tenho sentido a força do amor que tenho pelos meus amigos.
Vejo que eles estão indo, "adultecendo", rs. Criando suas crias, criando suas vidas.
Casando, viajando ou apenas namorando...mas estão indo. Deixando o coleguismo de lado...(ou será que fui eu)...Bem, filósofos respondem mais tarde....
Acho que fui eu quem deixou o coleguismo de lado. Não queria, mas aconteceu. Estou vivendo um isolamento, o poder de ser, deixei o dever ser de lado...
Esta palavra tem me incomodado bastante nestes ultimos dias. Acho que por aqui também ela tem se feito muito presente (dicotômico isso, uma ausência que se faz presente). Deixa isso pra filosofia entender...
Ausência...
Tem rebatido mais que a saudade. Estou sentindo na verdade ausência de mim mesmo. Falta do meu eu doce, calmo, educado.
Estou tendo outra percepção de mim. Nossa, como tem sido cruel.
A fase do novo dói demais. Se reinventar dói demais.
Engraçado. Sentir falta de si. Daria uma poesia, se poeta eu fosse.
Mas poeta não sou. Poesia não sei fazer.
Estou aqui tentando apenas esvaziar a dor que habita meu peito. Sim, a dor que de tanto doer já se tornou física (ou psicológica). Dor de ausência, dor de presença, dor de excessos. É, faz razão dizer que o excesso faz mal. Excesso de tudo.
Sim, tenho notícias boas. Tô estudando. Tô reaprendendo o que fora esquecido e aprendendo o novo. Aprender para depois ensinar.
Espero um dia ter um escrito meu sendo ovacionado. Por platéia ou apenas por olhos interessados. Mas quero sempre, sempre escrever. Agora vou escrever com qualidade, com coerência. Vou ser JORNALISTA.
É, também pensei que tinha passado da idade, que já tinha uma carreira em andamento. Mas pensei demais. Não quero pensar, quero agir.
Um homem não é feito pelas suas idéias, mas por suas ações. Quero agir, ajudar ao próximo.
Gritar. Gritar pro mundo o que nos oprime. Não no contexto individualizado, mas nós cidadãos. Nós pessoa humana. Nós sociedade. Nós pensamento coletivo. Nós massa.
Ausência...
Dos meus amigos. AMO-OS. Mas não tenho dito. Não tenho feito. Nem ao menos tenho sentido a força do amor que tenho pelos meus amigos.
Vejo que eles estão indo, "adultecendo", rs. Criando suas crias, criando suas vidas.
Casando, viajando ou apenas namorando...mas estão indo. Deixando o coleguismo de lado...(ou será que fui eu)...Bem, filósofos respondem mais tarde....
Acho que fui eu quem deixou o coleguismo de lado. Não queria, mas aconteceu. Estou vivendo um isolamento, o poder de ser, deixei o dever ser de lado...
domingo, 10 de agosto de 2008
DA SÉRIE: Musiquinhas
Chico Buarque - Paratodos.
O meu pai era paulista
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô, baiano
Meu maestro soberano
Foi Antônio Brasileiro
Foi Antônio Brasileiro
Quem soprou esta toada
Que cobri de redondilhas
Pra seguir minha jornada
E com a vista enevoada
Ver o inferno e maravilhas
Nessas tortuosas trilhas
A viola me redime
Creia, ilustre cavalheiro
Contra fel, moléstia, crime
Use Dorival Caymmi
Vá de Jackson do Pandeiro
Vi cidades, vi dinheiroBandoleiros, vi hospícios
Moças feito passarinho
Avoando de edifícios
Fume Ari, cheire Vinícius
Beba Nelson Cavaquinho
Para um coração mesquinho
Contra a solidão agreste
Luiz Gonzaga é tiro certo
Pixinguinha é inconteste
Tome Noel, Cartola, Orestes
Caetano e João Gilberto
Viva Erasmo, Ben, RobertoGil e Hermeto, palmas para
Todos os instrumentistas
Salve Edu, Bituca, NaraGal, Bethânia, Rita, Clara
Evoé, jovens a vista
O meu pai era paulista
Meu avô pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô baiano
Vou na estrada há muitos anos
Sou um artista brasileiro
Esta letra foi retirada do site www.letrasdemusicas.com.br
O meu pai era paulista
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô, baiano
Meu maestro soberano
Foi Antônio Brasileiro
Foi Antônio Brasileiro
Quem soprou esta toada
Que cobri de redondilhas
Pra seguir minha jornada
E com a vista enevoada
Ver o inferno e maravilhas
Nessas tortuosas trilhas
A viola me redime
Creia, ilustre cavalheiro
Contra fel, moléstia, crime
Use Dorival Caymmi
Vá de Jackson do Pandeiro
Vi cidades, vi dinheiroBandoleiros, vi hospícios
Moças feito passarinho
Avoando de edifícios
Fume Ari, cheire Vinícius
Beba Nelson Cavaquinho
Para um coração mesquinho
Contra a solidão agreste
Luiz Gonzaga é tiro certo
Pixinguinha é inconteste
Tome Noel, Cartola, Orestes
Caetano e João Gilberto
Viva Erasmo, Ben, RobertoGil e Hermeto, palmas para
Todos os instrumentistas
Salve Edu, Bituca, NaraGal, Bethânia, Rita, Clara
Evoé, jovens a vista
O meu pai era paulista
Meu avô pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô baiano
Vou na estrada há muitos anos
Sou um artista brasileiro
Esta letra foi retirada do site www.letrasdemusicas.com.br
O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem.'
Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter resultado diferente da maioria, você tem que ser especial.
Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados. Não compare à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação.
Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica.
Mas toda mágica é ilusão. A ilusão não tira ninguém de onde está. Ilusão é combustível de perdedores.
'Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa.'
Por Roberto Shinyashiki
Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter resultado diferente da maioria, você tem que ser especial.
Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados. Não compare à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação.
Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica.
Mas toda mágica é ilusão. A ilusão não tira ninguém de onde está. Ilusão é combustível de perdedores.
'Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa.'
terça-feira, 15 de julho de 2008
Receitinha do dia:

SOPA DE TOMATES AU PISTOU E TAPENADE
Ingredientes
Sopa de Tomates:- 12 tomates, sem pele e sem sementes, cortados ao meio- 2 dentes de alho cortados ao meio- 20 folhas de manjericão- 6 folhas de sálvia- 4 galhinhos de salsinha- 4 galhinhos de tomilho (só as folhas) - ½ xícara (chá) de azeite- sal e pimenta-do-reino a gosto
Pistou:- 2 xícaras (chá) de folhas de manjericão- 2 dentes de alho- ½ a 2/3 de xícara (chá) de azeite (aproximadamente)- ½ xícara (chá) de queijo parmesão ralado- sal a gosto
Tapenade:- 200 g de azeitonas pretas em lascas (de preferência conservadas em óleo)- 1 dente de alho picado- 4 filés de anchova lavados e secos- 2 colheres (sopa) de alcaparras- 1 colher (chá) de suco de limão- 1 colher (chá) de folhinhas de tomilho- 1 a 2 colheres (sopa) de azeite
Modo de Preparo
Sopa de Tomates:
Aqueça o forno, por 10 minutos, a 160°C (forno baixo).Em um refratário médio, coloque os tomates e os demais ingredientes.Leve ao forno por aproximadamente 30 minutos.Retire do forno e, assim que esfriar, leve à geladeira.Na hora de servir, bata tudo no liquidificador ou processador (se desejar uma sopa mais lisa, passe por uma peneira). Acerte o sal e a pimenta.Divida a sopa entre os pratos e, no centro de cada um, coloque de 1 a 2 colheres (chá) de pistou e tapenade (a sopa pode ser servida quente ou fria).
Pistou:No processador (ou no pilão), bata o manjericão com o alho e o azeite até obter uma pasta ainda granulosa. Junte o queijo parmesão e acerte o sal.Coloque em um pote, cubra com um fio de azeite (para prevenir a oxidação) e guarde na geladeira até o momento de servir.
Tapenade:No processador (ou no pilão), bata as azeitonas, o alho, as anchovas, as alcaparras e o limão até obter uma pasta, acrescentando o azeite conforme necessário (a pasta não deve ficar absolutamente lisa e nem oleosa). Junte o tomilho, misture e coloque a tapenade em um pote.Cubra com um fio de azeite e guarde na geladeira (por até 1 mês) até o momento de servir.
Rendimento: 4 porções
Sopa de Tomates:- 12 tomates, sem pele e sem sementes, cortados ao meio- 2 dentes de alho cortados ao meio- 20 folhas de manjericão- 6 folhas de sálvia- 4 galhinhos de salsinha- 4 galhinhos de tomilho (só as folhas) - ½ xícara (chá) de azeite- sal e pimenta-do-reino a gosto
Pistou:- 2 xícaras (chá) de folhas de manjericão- 2 dentes de alho- ½ a 2/3 de xícara (chá) de azeite (aproximadamente)- ½ xícara (chá) de queijo parmesão ralado- sal a gosto
Tapenade:- 200 g de azeitonas pretas em lascas (de preferência conservadas em óleo)- 1 dente de alho picado- 4 filés de anchova lavados e secos- 2 colheres (sopa) de alcaparras- 1 colher (chá) de suco de limão- 1 colher (chá) de folhinhas de tomilho- 1 a 2 colheres (sopa) de azeite
Modo de Preparo
Sopa de Tomates:
Aqueça o forno, por 10 minutos, a 160°C (forno baixo).Em um refratário médio, coloque os tomates e os demais ingredientes.Leve ao forno por aproximadamente 30 minutos.Retire do forno e, assim que esfriar, leve à geladeira.Na hora de servir, bata tudo no liquidificador ou processador (se desejar uma sopa mais lisa, passe por uma peneira). Acerte o sal e a pimenta.Divida a sopa entre os pratos e, no centro de cada um, coloque de 1 a 2 colheres (chá) de pistou e tapenade (a sopa pode ser servida quente ou fria).
Pistou:No processador (ou no pilão), bata o manjericão com o alho e o azeite até obter uma pasta ainda granulosa. Junte o queijo parmesão e acerte o sal.Coloque em um pote, cubra com um fio de azeite (para prevenir a oxidação) e guarde na geladeira até o momento de servir.
Tapenade:No processador (ou no pilão), bata as azeitonas, o alho, as anchovas, as alcaparras e o limão até obter uma pasta, acrescentando o azeite conforme necessário (a pasta não deve ficar absolutamente lisa e nem oleosa). Junte o tomilho, misture e coloque a tapenade em um pote.Cubra com um fio de azeite e guarde na geladeira (por até 1 mês) até o momento de servir.
Rendimento: 4 porções
Teles brasileiras esperam ter iPhone 3G à venda até o Natal

Causa de filas e muita ansiedade nos principais mercados mundiais, o iPhone, celular da Apple que começou nesta sexta-feira a ser vendido na terceira geração (3G) da telefonia móvel, vai chegar oficialmente aos brasileiros pelas mãos de pelo menos três grandes operadoras.A Vivo, por exemplo, vai se beneficiar de um acordo fechado por uma de suas sócias, a Telefónica, para comercializar o modelo em 16 países da América Latina, conforme divulgação feita no dia 11 de junho.O produto chega às lojas da maior operadora de celular do país no segundo semestre, mas isso deve significar algo mais próximo do Natal do que do Dia dos Pais, segundo fontes próximas à companhia.A operadora só pretende comercializar a versão 3G no país, e não incluir o modelo anterior, que já chega às mãos de alguns brasileiros ilegalmente - por meio de um desbloqueio feito por hackers.A Claro, cuja controladora América Móvil foi a primeira a divulgar acordo com a Apple para a América Latina, no início de maio, informou nesta sexta-feira, através de sua assessoria de imprensa, que a operadora terá o modelo 3G do aparelho no país, mas, por enquanto, disse não ter mais informações sobre a chegada do celular ao Brasil, como datas e preços.Já a TIM informou estar negociando com a Apple a vinda do produto ao país. Segundo a operadora, o fato de sua controladora Telecom Italia já ter acertado a venda do aparelho em seu país de origem poderá facilitar as negociações.A companhia acredita que nenhuma operadora do Brasil terá o iPhone à venda antes de outubro, data prevista para que saia a homologação do celular pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).Em comunicado à imprensa, a Telecom Italia informou ter vendido mais de 16 mil iPhones nas primeiras horas do dia em suas lojas, dos quais algo como 70 por cento eram do modelo de 16 GB. A outra versão do aparelho tem 8 GB de memória.A Oi, por sua vez, que espera autorização dos órgãos reguladores para assumir o controle da Brasil Telecom, ainda não tem acertos com a Apple.Ela informou, através de um comunicado, que "a Oi tem interesse em comercializar o iPhone em suas lojas, desde que o modelo de negócio seja adequado a esta estratégia, que é reflexo de um movimento popular".O equipamento começou a ser vendido nos Estados Unidos, Europa e Ásia nesta sexta-feira, com preços a partir de 199 dólares - metade do preço da versão anterior. Na terceira geração, o equipamento ganha acesso rápido à Internet e permite recursos como videochamada, por exemplo.
Fonte: Reuters14/07/2008
Fonte: Reuters14/07/2008
Mensagem do dia
Recebi hoje pela manhã esta mensagem por e-mail.
Veja que coisa mais linda a atual. Pude ver hoje que se encaixa perfeitamento num momento muito curioso da nossa vida. Sejamos mais livres, se não de atitude, ao menos de espírito.
Um bom dia à todos.
Se você pensa que sabe; que a vida lhe mostre o quanto não sabe.
Se você é muito simpático mas leva meia hora para concluir seu pensamento; que a vida lhe ensine que explica melhor o seu problema, aquele que começa pelo fim.
Se você faz exames demais; que a vida lhe ensine que doença é como esposa ciumenta: se procurar demais, acaba achando.
Se você pensa que os outros é que sempre são isso ou aquilo; que a vida lhe ensine a olhar mais para você mesmo.
Se você pensa que viver é horizontal, unitário, definido, monobloco; que a vida lhe ensine a aceitar o conflito como condição lúdica da existência.Tanto mais lúdica quanto mais complexa.Tanto mais complexa quanto mais consciente.Tanto mais consciente quanto mais difícil.Tanto mais difícil quanto mais grandiosa.
Se você pensa que disponibilidade com paz não é felicidade; que a vida lhe ensine a aproveitar os raros momentos em que ela (a paz) surge.
Que a vida ensine a cada menino a seguir o cristal que leva dentro, sua bússola existencial não revelada, sua percepção não verbalizável das coisas, sua capacidade de prosseguir com o que lhe é peculiar e próprio, por mais que pareçam úteis e eficazes as coisas que a ele, no fundo, não soam como tais, embora façam aparente sentido e se apresentem tão sedutoras quanto enganosas.
Que a vida nos ensine, a todos, a nunca dizer as verdades na hora da raiva. Que desta aproveitemos apenas a forma direta e lúcida pela qual as verdades se nos revelam por seu intermédio; mas para dizê-las depois.
Que a vida ensine que tão ou mais difícil do que ter razão, é saber tê-la.
Que aquele garoto que não come, coma.Que aquele que mata, não mate.Que aquela timidez do pobre passe.Que a moça esforçada se forme.
Que o jovem jovie.Que o velho velhe.Que a moça moce.Que a luz luza.Que a paz paze.Que o som soe.Que a mãe manhe.Que o pai paie.Que o sol sole.Que o filho filhe.Que a árvore arvore.Que o ninho aninhe.Que o mar mare.Que a cor core.Que o abraço abrace.Que o perdão perdoe.Que tudo vire verbo e verbe.Verde. Como a esperança.
Pois, do jeito que o mundo vai, dá vontade de apagar e começar tudo de novo.A vida é substantiva, nós é que somos adjetivos.
Artur da Távola
Veja que coisa mais linda a atual. Pude ver hoje que se encaixa perfeitamento num momento muito curioso da nossa vida. Sejamos mais livres, se não de atitude, ao menos de espírito.
Um bom dia à todos.
Se você pensa que sabe; que a vida lhe mostre o quanto não sabe.
Se você é muito simpático mas leva meia hora para concluir seu pensamento; que a vida lhe ensine que explica melhor o seu problema, aquele que começa pelo fim.
Se você faz exames demais; que a vida lhe ensine que doença é como esposa ciumenta: se procurar demais, acaba achando.
Se você pensa que os outros é que sempre são isso ou aquilo; que a vida lhe ensine a olhar mais para você mesmo.
Se você pensa que viver é horizontal, unitário, definido, monobloco; que a vida lhe ensine a aceitar o conflito como condição lúdica da existência.Tanto mais lúdica quanto mais complexa.Tanto mais complexa quanto mais consciente.Tanto mais consciente quanto mais difícil.Tanto mais difícil quanto mais grandiosa.
Se você pensa que disponibilidade com paz não é felicidade; que a vida lhe ensine a aproveitar os raros momentos em que ela (a paz) surge.
Que a vida ensine a cada menino a seguir o cristal que leva dentro, sua bússola existencial não revelada, sua percepção não verbalizável das coisas, sua capacidade de prosseguir com o que lhe é peculiar e próprio, por mais que pareçam úteis e eficazes as coisas que a ele, no fundo, não soam como tais, embora façam aparente sentido e se apresentem tão sedutoras quanto enganosas.
Que a vida nos ensine, a todos, a nunca dizer as verdades na hora da raiva. Que desta aproveitemos apenas a forma direta e lúcida pela qual as verdades se nos revelam por seu intermédio; mas para dizê-las depois.
Que a vida ensine que tão ou mais difícil do que ter razão, é saber tê-la.
Que aquele garoto que não come, coma.Que aquele que mata, não mate.Que aquela timidez do pobre passe.Que a moça esforçada se forme.
Que o jovem jovie.Que o velho velhe.Que a moça moce.Que a luz luza.Que a paz paze.Que o som soe.Que a mãe manhe.Que o pai paie.Que o sol sole.Que o filho filhe.Que a árvore arvore.Que o ninho aninhe.Que o mar mare.Que a cor core.Que o abraço abrace.Que o perdão perdoe.Que tudo vire verbo e verbe.Verde. Como a esperança.
Pois, do jeito que o mundo vai, dá vontade de apagar e começar tudo de novo.A vida é substantiva, nós é que somos adjetivos.
Artur da Távola
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Pessoas inesquecíveis.
Ontem foi aniversário da nossa querida Renatinha (Wheels, Zé, Mal, etc...) como queiram, mas a nossa Renatinha querida.
É, é aquela do coração gigante, que por muitas vezes passa por cima da própria vontade para atender a necessidade do próximo.
É, é ela mesma, aquela que vive ligada no 220.
Ontem ela completou mais um ano de existência e mais um ano de existência, importância, dedidação, amor, coleguismo na minha vida.
Amo-te muito.
Amiga, irmã, colega, Zé, Wheels, Pilantra&Pilintra. Mas no mais do mais, a nossa querida amiga.
A minha querida amiga.
É, é aquela do coração gigante, que por muitas vezes passa por cima da própria vontade para atender a necessidade do próximo.
É, é ela mesma, aquela que vive ligada no 220.
Ontem ela completou mais um ano de existência e mais um ano de existência, importância, dedidação, amor, coleguismo na minha vida.
Amo-te muito.
Amiga, irmã, colega, Zé, Wheels, Pilantra&Pilintra. Mas no mais do mais, a nossa querida amiga.
A minha querida amiga.
Assinar:
Postagens (Atom)